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OuremReal

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20.08.11

Sábado à tarde


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Estava para escrevinhar um desabafo sobre as "bacoradas" do sr. Jardim e acabei por ouvir e ver o Padre Vitor Milícias, na RTPN, a fazer a sua análise da situação do País e da Europa e concordei com quase tudo o que disse. E só não concordo com tudo, porque não sou capaz. De facto, é preciso ter condições para entender o que a minha falta de capacidade (?) não me permite compreender e, por vezes, rejeito! Mas adiante! Gostei de o ouvir e tanto me basta!

Registei:

- Solidariedade. Temos de ser solidários uns para com os outros. Como seres humanos, independentemente de credos, raças, culturas ou religiões.

- Direitos. De todos, reconhecidamente. Em vez de esmolas para com os mais necessitados neste ou naquele momento.

- Dignidade. Para todo o ser humano.

- Liturgia. Sim, mas! Deus precisa menos das nossas orações do que o nosso vizinho, necessitado, precisa da nossa ajuda. Menos reza pode ser compensada com mais solidariedade.

- A alma da Europa. Alma no sentido de espírito de solidariedade de todos os países entre si. Que não existe. 

Voltando ao outro sujeito:

Quando o sr. Jardim abre a boca, das duas, uma: ou entra poncha, (também gosto!) ou sai "bacorada". E esta, quase sempre com destino ao "contenente". Agora são os socialistas que estão na linha da frente. Já foi o sr. Silva e outros "colonialistas". Mas, agora, com a família laranja em harmonia e no governo da República, já é possível fazer todos os acordos para salvar as finanças da Madeira. Porque é preciso pagar aos fornecedores e dar continuidade às obras em curso. A derrapagem das contas regionais foi deliberada, disse, calculada, para não se submeter aos socialistas do anterior governo. Consumada a queda desse governo e afastado o inimigo da governação vai ser fácil negociar.

Só que vão ser necessários muitos milhões de euros! Que o sr. Jardim não tem, nem terá, se o orçamento do "contenente" não lho der!

Era uma boa altura para se armar em D. Pedro e aproveitar o entusiasmo comicieiro em que tanto gosta de se exibir e dar o seu grito do Ipiranga, ou do Porto Santo, como quiser, e gritar, bem alto: dinheiro ou independência.

Por mim, ficava já com a independência. Quanto aos milhões...nem raspas levava!

Para terminar:

Tenho a esperança que ninguém leia estas linhas que acabei de escrever, porque corro o risco de alguém perguntar o que é que o Padre Milícias tem a ver com o sr. Jardim. Nada! Rigorosamente nada! Na minha perspetiva, claro!

E por que é que eu faço esta misturada toda, nesta conversa que se tivesse ficado por metade, era uma conversa limpa e, assim, ficou uma conversa meia limpa e meia suja? Pois, não sei explicar! Deve ter a ver com este calor abafado, nesta tarde de sábado, deste mês de Agosto, sem pés nem cabeça, meteorologicamente falando. Desconfio que o "S. Pedro" se está a deixar afetar pela troyca! Só pode ser! Não me consta que tenha ido ao Curral das Freiras e provado as águas daquela tasca que fica logo à entrada!

 

O.C.

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