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OuremReal

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06.04.10

De Melgaço ao Cú de Judas


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Se me perguntarem se eu acho bem que exista um serviço de saúde, com atendimento permanente, 24 h por dia, 60 m por hora, 60 s por minuto, em cada cidade, em cada vila, em cada aldeia, em cada beco, deste jardim à beira mar plantado, eu diria, inequivocamente, sim.

Se não houvesse dinheiro para essa mordomia toda e, para isso, fosse preciso aumentar os impostos e me começassem a ir ainda mais ao bolso, eu diria, inequivocamente, não.

Se houvesse um serviço de atendimento permanente, com uma frequência média, por noite, de 2 doentes, e alguém o quisesse fechar, eu diria, inequivocamente, não, se eu fosse 1 desses 2; se não fosse, diria sim.

À portuguesa!

Em Melgaço, ou no Cú de Judas!

Agora, aquela de andar a passear pelas ruas de Valença, de bandeira espanhola às costas é que me parece pouco à portuguesa!

Não é por nada!

Mas desde 1143 que não acho muita graça a cenas dessas! Depois em 1385 vimo-nos aflitos com eles! E o facto do Conde Andeiro ter andado a passear-se por terras de Ourém não me alegra nada! Em 1580 foi o que foi! E lá tivemos a nossa dose de Miguéis de Vasconcelos! Depois foi a Peninsular e o esquecimento de Olivença... Depois é aquela coisa de... nem bom vento, nem bom casamento! Para agravar isto tudo foi aquela multa de trânsito que está cá atravessada... Enfim... são séculos de preconceitos e... outros feitos! 

Por tudo isto, acho que os de Valença não só foram ridículos eles próprios, como tentaram ridicularizar o seu País que, se é tão mau como o pintam, esforcem-se por fazê-lo melhor.

 

O.C.

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